Cumplicidade convida The Hell’s Kitchen Project para lançamento do livro e abertura de exposição do projeto em Belo Horizonte.

A The Hell’s Kitchen Project (THKP), formada em 2006 por Jon Bazko, Fernando Craviée e Leo Braca, consolidou forte representação na cena de música independente de Belo Horizonte com apresentações nos principais festivais e casas de show da cidade e região. Com talento, criatividade e ousadia, a banda dispensou a guitarra para fazer um som experimental e dançante, provando ao público que é possível fazer rock de qualidade com voz, bateria e baixo.

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A história das estações

Fotos: Daniela Giovana

Passados 90 anos, a Estação de Belo Horizonte da Estrada de Ferro Oeste de Minas (EFOM) depois Rede Mineira de Viação (RMV), há muito não recebe passageiros para viagens de longo curso. Inaugurado em 1920, o prédio abriga desde 2006 a maior parte do acervo do Museu de Artes e Ofícios (MAO). Antes disso, porém, centralizou o então ambicioso projeto de ligar Angra dos Reis, no litoral fluminense, a Goiandira, no Sul de Goiás, cortando Minas de Sudeste para Oeste.

Ainda em plena atividade, a RMV ficou conhecida pela precariedade de seus meios. A ponto de ter sua sigla rebatizada pela população como “Ruim, mas vai”. Com o fim das viagens ferroviárias de passageiros de grandes distâncias, a linha serviu até o começo da década de 1980 aos estropiados trens de subúrbio que ligavam Belo Horizonte a Betim e a Raposos. Atualmente, em conjunto com a antiga Estação Belo Horizonte da Central do Brasil, fornece as plataformas para Estação Central do Metrô.

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O Museu

O Museu de Artes e Ofícios é uma iniciativa do Instituto Cultural Flávio Gutierrez – ICFG e foi desenvolvido a partir da doação ao patrimônio público de uma coleção de mais de 2.400 peças, dos séculos XVIII ao XX, pela empreendedora cultural Angela Gutierrez.  A coleção mostra a riqueza da produção popular na era pré-industrial: os fazeres, artes e ofícios que deram origem às profissões contemporâneas.

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Projeto “Suando a camisa”

Um olhar para as academias populares e sua gente lutadora

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Por Emmanuel Pinheiro (texto e fotos)

Milenar, a ginástica fazia parte da vida do homem pré-histórico enquanto atividade física, pois detinha um papel importante na sua sobrevivência, expressada, principalmente, na necessidade vital de atacar e defender-se. O exercício físico utilitário e sistematizado de forma rudimentar era transmitido através das gerações e fazia parte dos jogos, rituais e festividades.

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